SISTEMA DE GESTÃO DE FRETES: COMO SELECIONAR

A seleção de um sistema de gestão de fretes pode ser uma tarefa desafiadora. Ainda mais quando se trata de Gestão de Fretes (TMS). Já que os requisitos podem ser tão específicos quanto a empresa compradora em si. Enquanto há um grande volume de conteúdo disponível na web em relação a metodologias e melhores práticas de seleção de software, há muito pouco relativo a gestão de fretes que seja prontamente utilizável por compradores de software.

Equívocos comuns:

Antes de detalhar as melhores práticas, é importante saber o que evitar. Aqui estão alguns equívocos comuns na seleção de softwares de gestão de fretes que, evitados, lhe permitirão fazer perguntas essenciais, cujas respostas serão vitais para o sucesso da implantação do seu software de gestão de fretes.

Equívoco 1:

O que funciona para os outros funcionará para você

Sabemos que não há nada parecido com um diagrama de sucesso comum a uma área de negócios. Esta é a razão pela qual um tempo considerável é gasto na ‘estratégia diferenciadora’. Portanto, se a estratégia deve ser diferente, os métodos usados para executar e medir o progresso da estratégia também devem variar. É importante, portanto, manter o foco em ‘suas’ necessidades enquanto avalia um software para gestão de fretes e execução da estratégia. 

Equívoco 2:

A seleção de um sistema de gestão de fretes diz respeito a escolher um software com excepcionais funcionalidades técnicas

É natural esperar que o software seja robusto tecnicamente com todos os recursos e adereços. Contudo, é muito mais crítico olhar além das funcionalidades e buscar um software que ofereça flexibilidade e facilidade de uso e que coloque as funcionalidades nas mãos dos usuários de negócio; torne a gestão da mudança menos complexa; ofereça um prazo de implantação que dure algumas semanas e não meses; tenha um Custo Total de Propriedade (TCO) ideal. 

Equívoco 3:

Demonstrações (demos) genéricas e boas apresentações são sinônimo do melhor software

Demonstrações e apresentações genéricas são maneiras eficazes de exibir um software – aqui qualquer solução mediana aparecerá ‘bem na foto’. Porém, é quando se avança no processo de avaliação e faz-se a análise de quão bem um software se adequa às ‘suas’ necessidades que a solução de fato se apresenta. Não se esqueça: o diabo mora nos detalhes.

Pontos de discussão a considerar, perguntar, e com os quais desafiar os fornecedores de software:
  • Customizações e Soluções alternativas – correspondem a 20% ou 80%?
  • Quais são os requisitos críticos implantados no software? Note que há várias possibilidades de implantar um requisito estabelecido. É importante que você tenha a flexibilidade de escolher a forma que prefere.
  • Você é influenciado por avaliações de analistas e pelo ‘valor de face’ de grandes marcas?
  • O software atende às ‘suas’ necessidades?
 Por fim: você está desafiando seus fornecedores de software o suficiente?

 Um teste rigoroso para diferenciar fornecedores de soluções é solicitar um Prova de Conceito gratuita e fazê-la mandatória em seus critérios de seleção para todos os fornecedores. Afinal, se o software que você está avaliando é amigável para o usuário de negócio, flexível e fácil de usar, não deve custar muito esforço para o fornecedor responder uma Prova de Conceito que seja representativa de seus requisitos críticos. A Prova de Conceito também o auxiliará em sua avaliação objetiva do software.

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